Meia do Leão da Ilha prevê confronto difícil contra o Oeste, às 19h30, na Ressacada
Apesar dos resultados negativos nas últimas partidas da Série B - quatro derrotas em sequência - ,o Avaí segue vivo na briga por uma vaga na Série A de 2015. Nesta terça-feira, na 34ª rodada da Segundona, o Leão recebe o Oeste em casa, e vê a vitória contra a equipe paulista como fundamental para ajudar a atingir o objetivo do acesso no fim da temporada. Em campo, na visão do capitão Marquinhos, o time avaiano não pode inventar. É preciso fazer o básico para vencer e ficar mais próximo dos primeiros colocados.
- Como capitão, o que eu tenho que passar é que o nosso grupo é jovem e tem que simplificar o máximo. Não é o momento de inventar, não é o momento de sair da nossa normalidade, é o momento de simplificar, de fazer o simples, de correr, e jogar do jeito que a gente vinha jogando, com poder de bola paradas. Temos que colocar volume dentro da partida, ter tranquilidade, e não achar que a qualquer hora, qualquer momento vamos fazer um gol. A gente vem treinando, se for assim não precisa treinador, não precisa tática nenhuma. O futebol não é assim. Futebol tem seus jogadores em suas posições, cada um fazendo o que sabe na sua posição e, consequentemente, ajudando no coletivo. O nosso pensamento é esse. Não sair apavorado para fazer o gol. É organização - explicou o camisa 10 do Leão da Ilha.
Com 52 pontos e a quinta posição na tabela de classificação, Marquinhos encara o duelo na Ressacada como uma grande final. Diante de um adversário que briga para sair da zona de rebaixamento, o meia do Leão prevê um duelo difícil e equilibrado. A partida contra o Oeste está marcada para as 19h30, em Florianópolis.
- É uma final. Os jogos do fim de semana, alguns resultados nos ajudaram, deixaram a gente na quinta colocação, é verdade, mas com o mesmo número de pontos do quarto, sendo que o quarto colocado tem um confronto direto contra o Ceará. A gente joga contra uma equipe que busca sair da zona de rebaixamento, é um jogo difícil. Vamos encarar isso como uma final de Copa do Mundo, não que os outros jogos não tenham sido, mas a gente não conseguiu atuar bem. Vamos ver se jogando dentro de casa, pegando um adversário desesperado, a gente com inteligência vai buscar o resultado positivo para voltar ao G-4 e não sair mais.
fonte: globoesporte.globo.com

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