É com profundo pesar que Think Ball & Sports Consulting e Helaine Cunha lamentam profundamente a trágica parada cardiorrespiratória que levou o nosso querido Serginho há 10 anos. Aquela noite de 27 de outubro de 2004 jamais sairá da memória dos amigos, família e daqueles que admiravam a figura e o futebol do ex-zagueiro do São Caetano.
A Think Ball & Sports Consulting representava o jogador desde 2002. Mais do que um cliente, era um amigo próximo e muito querido. Desde então, amparamos a esposa Helaine Cunha e o filho Paulo Sérgio, seja no âmbito jurídico (onde ainda correm processos na Justiça referentes às seguradoras), ou em aspectos pessoais.
Foi preciso perder Serginho para que entrasse em vigor uma série de recomendações médicas dentro e fora das quatro linhas. Os exames em jogadores ficaram mais rigorosos e rotineiros, desfibriladores e ambulâncias nos estádios tornaram-se obrigatórios em todas as divisões do futebol brasileiro, bem como medidas de prevenção mais rigorosas e pronto-atendimento imediato nas praças esportivas. De certa forma, Serginho se foi e deixou um recado, ajudou a prevenir outros acidentes e a salvar vidas.
Em face de inúmeras informações veiculadas sobre o caso, a viúva Helaine Cunha se mostra chateada ao deparar-se com insinuações de que o atleta Serginho, a seu próprio gosto, teria se colocado em uma situação de arriscar a própria vida. A esposa ressalta que essa não era a índole do jogador e isso macha a imagem íntegra do cidadão correto que sempre foi.
O médico Dr. Edimar Alcides Bocchi afirmou à época que a causa do óbito do atleta não tem relação com os exames preliminares realizados no InCor, no começo do ano de 2004.
Fique em paz, Serginho. Para sempre em nossas memórias e em nossos corações.
Saudades.
Think Ball & Sports Consulting
Bruno Paiva
Marcelo Goldfarb
Marcelo Robalinho
Helaine Cunha

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