No dia dos namorados, Bruno Rodrigo conta que não comprou presente

Mas ele explica que a mulher já se presenteou. Sobre a viagem aos EUA, zagueiro conta que já tem lista de pedidos de compras

 Nesta quarta-feira, dia 12 de junho, se comemora o dia dos namorados, mas a data também marcou o último dia de trabalho nesta semana na Toca da Raposa II. Os jogadores receberam uma folga de quatro dias e vão poder curtir o descanso com amigos e familiares. O zagueiro Bruno Rodrigo brincou com a data e explicou que não comprou o presente para a mulher.

- Não, ainda não comprei o presente da esposa (risos). Ele comprou para ela mesma. Ela veio me comunicar que eu tinha dado o presente de Dia dos Namorados para ela. Aí eu falei que não estava sabendo de nada (risos). Então ela disse que já havia comprado (risos).

O jogador disse que gostaria de ter mais tempo de folga para passar com a família. No entanto, o zagueiro celeste afirmou que a paralisação, que acontece por causa da disputa da Copa das Confederações, é benéfica para os jogadores acertarem a parte física e se recuperarem para o segundo semestre.

 

- Quatro dias é pouca coisa. Não é o que a gente queria, mas dá para descansar. Vai ser importante porque, depois que voltar os campeonatos, vão ter muitos jogos. Essa parada é boa para colocar alguma coisa física em ordem, recuperar também. Vai ser muito importante para o restante da temporada. Vou viajar para o interior de São Paulo visitar minha família e a família da minha esposa, levar o netinho para ver os vovôs também, para matar as saudades.

Durante a parada, o Cruzeiro embarca para os Estados Unidos, onde disputará alguns amistosos. Destino muito escolhido pelos brasileiros para fazer turismo, o país americano é conhecido por ter produtos mais baratos que os do Brasil. Bruno Rodrigo  garantiu que já recebeu encomendas, e os eletrônicos estão no topo da lista de pedidos.

- Com certeza. Sempre tem encomenda. Amigos, a esposa pede. Tem perfume, notebook, celular e por aí vai. Geralmente é mais eletrônico e perfume. Vai depender se vai surgir alguma coisa inusitada. Por exemplo, quando eu fui para o Japão, meu pai queria que eu trouxesse uma vara de pescar e um molinete. Eu falei que o molinete até dava para trazer, mas a vara de pescar, não.

O jogador contou que nunca foi aos Estados Unidos e que não conhece o roteiro das compras no país. Mas o jogador garantiu que vai procurar sabe com os outros atletas do Cruzeiro, que já foram para território americano, para pesquisar as melhores lojas.

- A minha esposa pelo menos vai ficar (no Brasil). Ficar descansando com o neném pequeno, para ele é melhor ficar aqui, até porque ela não iria aproveitar tanto (nos EUA).

fonte: globo.com

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