Técnico do Leão da Ilha promete dar atenção às finalizações após derrota para o Inter e diz que sucesso na Série A passa por aproveitamento das chances criadas
Sete finalizações, sendo três chances claras de gol, mas nenhuma que balançou a rede. Os números ofensivos do Avaí na derrota para o Inter mostram que as oportunidades apareceram e os erros na finalização foram decisivos no resultado negativo. A missão do técnico Gilson Kleina é fazer com que as falhas diminuam e o comandante espera conseguir isso num misto de trabalho e conversa.
- Temos que ter tranquilidade, faltou tranquilidade, eu falei para eles. As chances que criamos e poderíamos ter saído na frente, isso daria para administrar de outra maneira. Isso aconteceu, tivemos chances e o goleiro foi bem. Falta o gosto de colocar a bola para dentro. Se tem uma coisa que eu não posso reclamar é de trabalho. Mas Série A passa por finalização, vamos trabalhar mais para ter esse poder - colocou o comandante.
Diante do Inter, Kleina fez mudanças que não eram esperadas. Nino Paraíba estreou, e Pablo foi para o meio de campo. André Lima deixou o time titular, e o Leão apostou na velocidade. Pelas características do adversário, o técnico justificou as alterações e fez elogios ao meia Marquinhos, principal responsável pelas boas jogadas criadas.
- Eu penso que fora de casa precisamos de força e velocidade, uma transição rápida. Contra Operário e Figueirense não tivemos isso. Botei atacantes pelo lado, o cabeça pensante, e o Marquinhos foi bem, demos sustentação para ele. Acho que isso aconteceu, ele colocou na cara do gol, fez o Avaí equilibrar e uma função importante. Tivemos a transição, uma equipe que conseguiu fazer isso, sabíamos que eles teriam a iniciativa.
A semana de trabalho é um ponto positivo para o Avaí. A equipe volta a campo somente no próximo domingo, diante do Flamengo. Às 16h, o Leão recebe o time carioca na Resacada.
fonte: globo.com

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