Jadson completa 30 anos: conheça a trajetória do camisa 10 do Tricolor

Meia do São Paulo atravessou bons e maus momentos no clube e após convocação, não repetiu boas atuações

Era dia 20 de janeiro de 2012, quando o São Paulo finalmente apresentava um camisa 10. Pedido frequente dos treinadores que quebravam a cabeça para montar esquemas táticos carentes de criação, Jadson chegou ao Morumbi para tomar conta do meio de campo da equipe. Em sua apresentação, recebeu a mítica camisa 10 de ninguém menos que Raí, o último - e talvez maior - jogador que a posição tricolor já teve.

Revelado na boa safra do Atlético-PR, campeão brasileiro de 2001 pelo Furacão, ainda que sem participar da campanha. Ganhou grande destaque quando brilhou pelo clube paranaense na ótima campanha de 2004, quando foi vice-campeão do torneio nacional. Em 2005, foi vendido ao Shakhtar Donetsk da Ucrânia, onde teve os melhores momentos de sua carreira.

Pelo time do leste europeu, Jadson apresentou grande futebol. Em sete temporadas, foi cinco vezes campeão ucraniano e venceu a Copa da Uefa, feito pelo qual é lembrado com muito carinho pelos torcedores. Foi homenageado pelo clube, tendo seu nome gravado na calçada da fama do Shakhtar, primeiro estrangeiro a conseguir o feito.

Infeliz na Ucrânia, manifestou seu desejo de voltar ao Brasil e foi contratado pelo São Paulo por 3,8 milhões de euros. Vestindo a camisa Tricolor, recebeu total confiança do então técnico Emerson Leão: o jogador custou a se adaptar no time, mas mesmo fazendo um Campeonato Paulista apagado, foi mantido na equipe titular em 19 de seus primeiros 21 jogos no Tricolor. Ao fim do primeiro semestre, firmou-se e alcançou a regularidade no Campeonato Brasileiro, disputando 35 dos 38 jogos do clube. Foi um dos líderes de assistências da competição, com 10 passes decisivos e ainda foi um dos melhores jogadores do título da Copa Sul-americana. Terminou a temporada como titular absoluto no esquema de Ney Franco e jogando um bom futebol.

 

No início de 2013, Jadson passou a ter a sombra de outro "meia clássico". Contratado no final da temporada anterior, mas ainda se recuperando de lesão, Paulo Henrique Ganso prometia fazer com Jadson o meio de campo dos sonhos do São Paulo. A parceria tão esperada, entretanto, frustrou muitas expectativas. O técnico Ney Franco frequentemente optava por um dos dois meias, geralmente pelo camisa 10. Fez um bom primeiro turno do Campeonato Paulista e foi convocado para a Copa das Confederações. Sob o comando de Felipão, o meia chegou a participar da grande final do torneio no Maracanã, contra a Seleção da Espanha.

Entretanto, Jadson caiu muito de produção com o mau momento da equipe. Após sua volta da Seleção, o meia do São Paulo não tem conseguido repetir as boas atuações que dele se espera.

No dia em que completa 30 anos, o atleta precisa mais do que nunca de uma boa atuação. O São Paulo precisa vencer para melhorar sua posição na tabela de classificação Brasileiro e, além disso, Muricy Ramalho indica sua preferência por PH Ganso, jogador com quem trabalhou no Santos campeão da América, em 2011, o que pode colocar Jadson novamente no banco de reservas.

fonte: spfc.terra.com.br

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