Depois de empatar por 0 a 0 com o Botafogo na primeira partida das semifinais da Taça Guanabara Sub-20, o Fluminense já se prepara para o segundo e decisivo confronto, que acontecerá no próximo sábado, 29, às 15h, no CEFAT, em Niterói.
Um dos destaques do primeiro jogo, o meia Gustavo Scarpa revelou que o time pretende entrar em campo com a mesma determinação apresentada no confronto realizado em Xerém. No entanto, ele espera o time mais concentrado em aplicar com perfeição os fundamentos técnicos. Por isso, o grupo vai aproveitar bem estes dois dias entre as partidas para trabalhar forte, principalmente as finalizações.
De acordo com o camisa 10 do time de juniores, a equipe de Xerém teve um bom desempenho no clássico realizado nesta quarta-feira, 26. Ele, inclusive, teve uma ótima oportunidade de abrir o placar no primeiro tempo com um chute forte de fora na área em que o goleiro do Botafogo precisou se esticar todo para defender com a ponta dos dedos no cantinho.
O primeiro jogo foi truncado e ao mesmo tempo aberto. Mesmo com o meio de campo muito congestionado, os dois times conseguiram criar oportunidades. Acredito que o Fluminense teve as melhores chances. No jogo da volta entraremos com a mesma vontade, ou até mais. Só precisamos aprimorar um pouco mais a parte técnica mesmo, porque a pegada do time foi boa – disse o meia.
Assim como aconteceu no confronto com o Vasco, o Fluminense teve que se virar em campo com um atleta a menos. Desta vez, Ikaro foi expulso na metade do segundo tempo. Contra os cruzmaltinos, o Tricolor marcou três gols no momento em que estava em desvantagem. No clássico desta quarta-feira, o Tricolor não conseguiu estufar a rede adversária, mas pressionou muito, mesmo com apenas nove jogadores de linha.
O meia Gustavo Scarpa explicou que o time sente a necessidade de se doar ainda mais em campo quando se encontra em um momento adverso. Com isso, o adversário não consegue aproveitar a vantagem numérica. Ao contrário, o que se vê é uma verdadeira aula de superação do jovem time de guerreiros.
– Acho que a palavra certa é superação mesmo. A gente entende que com um a menos vai ter que se desdobrar. Todo mundo compra essa ideia. Por isso, temos conseguido manter um bom nível mesmo com um a menos – concluiu.
fonte: fluminense.com.br

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