Esquema do Leão da Ilha montado por Geninho privilegia a marcação no meio de campo e deixa camisa 10 libre para encostar na frente e tentar fazer seus gols
O Avaí tem mudanças para encarar a Ponte Preta, terça-feira, em Campinas. Mais do que os nomes, Geninho alterou a formação da equipe. Com a saída de Diego Felipe e a entrada de João Filipe, o comandante privilegiou a marcação e montou o esquema 4-3-1-2, sendo o número um seu capitão, o meia Marquinhos, que ganha liberdade.
Contra a Macaca, o camisa 10 vai ter a opção de encostar nos atacantes ou criar para eles mais de trás. A função defensiva é quase nula, segundo o treinador. Uma forma de fazer com que Marquinhos volte também a balançar as redes. Seu último gol foi contra o Boa Esporte, pela 26ª rodada.
- A ideia é dar liberdade para o Marquinhos para que você dê essa condição para ele chegar na área, ser aquele Marquinhos que faz gol. Quando você tem um meio mais fragilizado, o obrigar a marcar e o tira a ofensividade. Na teoria, ele tem mais chances de encostar na frente - explicou Geninho.
Uma das causas do esquema é também a condição física de Marquinhos. Poupado contra o Atlético-GO, o meia não está 100%, assim como os volantes Eduardo Costa e Eduardo Neto. Ainda assim, Geninho garante que ninguém vai para o sacrifício. Ainda é cedo para tomar essa atitude.
- Ninguém indo para o sacrifício, não é a hora. Eles estavam, vetados e foram liberados no meio da semana. Sacrifício é faltando duas, três rodadas, ainda não é a hora. Os jogadores que estão indo vão em condição de jogar.
fonte: globoesporte.globo.com

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