Elano e Ricardo Oliveira, recém-contratados, buscam ajudar promessas da Vila Belmiro. Renato e Robinho também ajudam a tirar peso no clima dos bastidores
O clima no Santos no fim de 2014 não era dos melhores. Sem receber salários, os jogadores não viam muita alegria nos bastidores, antes e depois dos jogos. Tudo foi regularizado com o pagamento dos vencimentos no início de 2015 pela atual gestão, comandada por Modesto Roma Júnior, mas os principais responsáveis por tirar o "peso" do vestiário santista foram os veteranos do elenco.
Contratados no começo da temporada, Elano, 34 anos, e Ricardo Oliveira, 35, estão se tornando como "pais" para os Meninos da Vila. Os jogadores mais jovens do elenco, como Geuvânio, Lucas Crispim, Alison, Lucas Otávio e Gustavo Henrique têm se aproximado dos experientes para crescerem dentro e fora de campo. Até agora, tem dado certo.
Pessoas ouvidas pela reportagem garantem que Elano e Ricardo Oliveira, além de Robinho e Renato, que já estavam no elenco, estão cientes de suas missões extracampo: passar experiência, com conselhos e orientações, para os jogadores que estão à disposição de Enderson Moreira e podem ajudar o Santos nesta temporada e no futuro. Isso, porém, não significa que eles não querem contribuir com o clube dentro de campo também.
Robinho e Renato iniciaram 2015 entre os 11 titulares, mas Elano e Ricardo Oliveira ainda buscam espaço no time. O meia, que está em sua terceira passagem pela Vila Belmiro (a primeira de 2001 a 2005 e a segunda, de 2011 a 2012), está ciente de que ficará mais tempo no banco e de que pode ajudar bastante fora de campo. O centroavante, em sua segunda passagem (a primeira foi em 2003), porém, mostra que vai brigar por posição com os concorrentes do setor ofensivo.
Depois de marcar o gol da vitória do Santos por 2 a 1 diante do RB Brasil, no último domingo, o camisa 9 da equipe disse que quer ser titular. Ele espera começar jogando o clássico contra o São Paulo, quarta-feira, às 22h, na Vila Belmiro, pela quarta rodada do Campeonato Paulista.
Fato é que o clima no Peixe no início da temporada é bem melhor do que o visto no fim de 2014. Isso tem motivado os atletas que conviviam em um vestiário mais "pesado" no último ano.
fonte: globoesporte.globo.com

wmi9