Cruzeirenses se dizem prontos para lidar com a cera do time adversário no MIneirão
Nesta quarta-feira, no Mineirão, o Cruzeiro precisa reverter a derrota por 1 a 0, sofrida na primeira partida contra o San Lorenzo, na Argentina, para conseguir uma vaga nas semifinais da Libertadores. A velocidade do lado direito de ataque dos argentinos, a provável retranca, ou mesmo um hipotético apoio espiritual do Papa Francisco não são as únicas preocupações da Raposa. O time mineiro espera também muita catimba. E mais do que isso, espera saber lidar com ela.
- Não só argentino. A Libertadores já mostrou pra gente em jogos anteriores que sempre tem catimba, a cera. Então, a gente tem que ter consciência, não entrar nessa, não ficar nervoso com isso. Temos que fazer a bola girar rápido, tocar a bola com velocidade, para envolver o adversário dentro de campo - disse o zagueiro Bruno Rodrigo.
O jogo em que o Cruzeiro enfrentou mais catimba por conta do adversário foi diante do Defensor-URU, no Mineirão. E não se saiu bem. Além do empate sofrido no final, mostrou impaciência, teve um jogador expulso e sofreu para abrir o placar. Para o meia Éverton Ribeiro, partidas como a encontrada contra os uruguaios serviram de aprendizado. E é esse aprendizado que precisa ser colocado em pratica nesta quarta-feira.
- Está (preparado). A gente já pegou vários jogos difíceis, e os adversários usaram de catimba. A gente tem que estar concentrado só na partida. Sabemos que vai ter catimba, e não podemos nos abalar com isso.
Éverton destacou a necessidade de o Cruzeiro pressionar desde o início de jogo, mas sem desespero, muito menos irritação com a tentativa argentina de ganhar tempo. Apesar disso, ele não acredita que o San Lorenzo vá deixar de agredir, principalmente quando tiver um contra-ataque.
- É uma equipe muito rápida do meio pra frente, tem contra-ataques rápidos. Então, temos que ficar atentos para não dar espaço quando tivermos atacando.
fonte: globo.com

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