Atacante do Figueirense respeita opinião do companheiro que disse que time com Adilson Batista 'entrava para marcar', mas não comenta análise
Ricardo Bueno não quis entrar em polêmicas. O atacante evitou comentar as declarações do companheiro Rodrigo e garantiu que o foco no momento do Figueirense é a retomada das vitórias na Série B do Brasileiro. Assim, para o próximo sábado, o vice-artilheiro da equipe espera por uma boa atuação ao lado de Rafael Costa, contra o Oeste, no Orlando Scarpelli.
Aos 26 anos, Ricardo Bueno não é mais nenhum garoto e já adquiriu experiência pelos clubes onde passou. Por isso, ao ser questionado sobre a opinião do meia Rodrigo, que disse na última quarta que com o ex-treinador Adilson Batista a equipe entrava para marcar antes de atacar, o atacante não quis comentar sobre a visão do companheiro e muito menos analisar o trabalho do ex-comandante. Cauteloso, Bueno sabe que o time catarinense já vive problemas demais para resolver dentro de campo.
— Eu não vou fazer comparações, nem concordar. Se o Rodrigo falou isso, é um pensamento dele, o meu pensamento é buscar o resultado positivo e tentar voltar a vencer. Não vou entrar em questão do Adilson ou do Vinícius. É uma opinião dele e cada um tem a sua. Nós temos que nos preocuparmos em voltar a vencer — disse Ricardo Bueno.
Escalado ao lado de Rafael Costa desde o primeiro treinamento do técnico Vinícius Eutrópio, na última segunda, Ricardo Bueno espera que a dupla dê certo no estádio Orlando Scarpelli.
— Nós jogamos, eu e Rafael algumas vezes juntos e umas vencemos e outras não. Algumas fizemos gols e outras não. A hora que a gente vence, dá certo. Quando perde, não dá. Isso é normal, vamos esperar e ver o que o Eutrópio vai escalar, com dois atacantes ou um só, vamos ver. Espero que a gente faça uma boa partida — avaliou.
Esperançoso com o trabalho do novo treinador, Bueno vê que, através do estilo conciliador de Eutrópio, com muita conversa, é que o Figueirense poderá voltar a sonhar com o G-4.
— Nós trabalhamos pouco ainda, mas como vocês podem perceber, a gente conversa bastante. Estamos tentando ajustar algumas coisas e adaptar outras, é bastante mudança na forma de trabalho. E conversar é o que mais temos feito e estamos tentando entender a forma que ele quer que a gente realize o trabalho dele — comentou.
O Figueirense entra em campo no sábado, ante o Oeste, no Orlando Scarpelli, às 21h.
fonte: globo.com

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