Brasileiros estão fora dos grandes centros

Copa América, com seis argentinos em 12 seleções, é exemplo de como treinadores sul-americanos obtêm mais sucesso longe de seus países

Dos 12 treinadores da Copa América, seis são argentinos. Dunga, justamente o comandante da seleção, é o único brasileiro. Há quem pense que isso é algo óbvio, afinal, só Jamaica e Brasil não têm o espanhol como língua entre os participantes do torneio. No entanto, um olhar mais atento enxerga que se trata de um reflexo do que acontece mundo afora: os técnicos da Argentina (e até outros sul-americanos) são mais reconhecidos que os nossos.

 

Se os principais nomes dos nossos vizinhos no exterior dirigem equipes das grandes ligas do planeta, o Brasil exporta treinadores quase que exclusivamente para mercados emergentes. Enquanto Diego Simeone treina o Atlético de Madri, da Espanha, Luiz Felipe Scolari comanda o Guangzhou Evergrande, da China. Para um Mauricio Pochettino no Tottenham, da Inglaterra, existe um Abel Braga no Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos.

O lateral-esquerdo Guilherme Siqueira conhece bem o trabalho de Simeone, técnico que conseguiu levar o Atlético de Madri ao título espanhol e ao vice-campeonato da Liga dos Campeões em 2014. Mais do que isso, o treinador mudou a cultura do clube e fez com que os Colchoneros passassem a brigar em pé de igualdade com Barcelona e Real. O brasileiro revelou como é o estilo de trabalho do argentino.

fonte: esporte.band.uol.com.br

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