"Bate sempre uma tristeza quando penso no Sporting"

Renato Neto passou pelo Sporting, não se afirmou e vive agora o sonho de ser campeão da Bélgica.

Chegou a ser reforço de inverno do Sporting, quando Domingos Paciência, nos últimos dias de dezembro de 2011, o mandou regressar à proveniência. Todavia, Renato Neto teve contra ele a irregularidade exibicional da equipa e, sobretudo, a posterior mudança de treinador. Três anos e meio depois, o brasileiro é um dos pilares do Gent, clube belga que ainda festeja o primeiro título nacional da sua história.

Quando vê William, João Mário, Adrien e André Martins, jogadores feitos na Academia leonina, a jogarem no meio-campo do Sporting, sente o quê? Uma ponta de inveja?

 

-De maneira nenhuma. Sinto, isso sim, orgulho por ter jogado com eles, por ter sido colega deles. O William, por exemplo, é um grande amigo, falamos com muita frequência. O André Martins foi meu colega nos juniores, tal como o João Mário... Fico orgulhoso por ver que todos se estão a dar bem na vida.

Chegou cedo demais ao plantel A do Sporting? Se fosse hoje, seria diferente?

-Podia ter tentado ficar lá, mas eu queria jogar. Sou novo, tenho de me mostrar. Pude fazê-lo no Videoton e, depois, no Gent, sempre por empréstimo. Em 2014, o Sporting não quis o meu retorno, o Gent chegou-se à frente e ficou comigo de vez. Bate sempre uma tristeza quando penso no Sporting, porque foi o clube que me formou. Claro que eu queria e gostaria de fazer parte do grupo, mas futebol é assim: se não dá certo num lugar, tem de dar noutro.

Pode ler a entrevista completa ne edição deste domingo do jornal O JOGO.

fonte: ojogo.pt

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