Arrependido por ter agredido rival, Marquinhos cita situação vexatória

Meia do Avaí fala pela primeira vez após briga e julgamento do clássico, em que pegou 10 jogos de suspensão. Capitão avaiano, porém, foca em tirar time da degola

Quase duas semanas após o clássico em que o Avaí venceu o Figueirense por 2 a 1 no Scarpelli, pela 6ª rodada do Catarinense, o meia Marquinhos falou à imprensa. Ciente do que fez na confusão - ele agrediu o atacante alvinegro Everton Santos com um soco na nuca, pelas costas -, o camisa 10 avaiano foi direto: assumiu e se arrependeu da agressão ao adversário.

 

- Com certeza, me arrependo. Não tinha santo ou pastor, tinham jogadores que queriam vencer, na ocasião acontece. Sim, me arrependo, é não fazer mais isso, isso acontece, sabem da minha ligação com o Avaí, extrapolei, cabeça quente, errado, assumo, nunca escondo o que fiz, bola para frente. Temos de tirar lições do momento ruim e absorver para que isso não aconteça mais - falou na manhã desta sexta Marquinhos, que ainda comentou sobre a sua suspensão.

- Sabia desde o início que eu iria ser punido, houve a agressão, não foi certa, cabeça quente, sangue quente, é errado, não tem como apagar. A punição, não sei se foram 10 jogos justos, eu respondo por mim, eles tomaram a atitude que deveriam tomar, mais gente poderia ter tomado mais, cabe as pessoas analisarem. Falando da minha punição, isso tinha de ocorrer, acato, vou cumprir. O Avaí conseguiu o efeito suspensivo, pensamos no jogo contra a Chapecoense.

Liberado para, ao menos, as duas primeiras partidas no hexagonal 'da morte', que define os dois rebaixados, Marquinhos não esconde que há preocupação com a segunda divisão. Mas o camisa 10 azurra, assim como assume a culpa pela agressão, também 'mata no peito' a grande responsabilidade que terá nesses jogos para ajudar ao máximo o Leão.

- Um novo campeonato, a gente está precisando dar uma resposta para todo mundo, inadmissível a gente estar na situação que está, é fato, não estamos contentes, a paciência já esgotou de todo mundo, do torcedor também. Acredito que tenha uma felicidade no clássico, mas é pouco, em um clube como o Avaí. Cabe a gente conseguir os resultados mais rapidamente e apagar o risco da segunda divisão, todos os times que estão ali correm o risco e é ter consciência disso, é uma situação vexatória para a história do Avaí. A gente que colocou, temos de tirar.

Fonte: GloboEsporte

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