Para o clássico desta quarta-feira, torcida azurra pode esperar do capitão mais entrega em campo, e alfinetadas ao rival
Dentro do atual grupo do Avaí, não há símbolo maior da rivalidade com o Figueirense do que o capitão Marquinhos. Audacioso em campo e feroz com as palavras, é de se perder a conta de quantas polêmicas M10 já se envolveu com o rival da Capital. Só em 2015 foram dois clássicos e duas declarações agudas do ídolo avaiano.
— Até hoje não sei quem é o ídolo deles — afirmou na saída do primeiro confronto, na oitava rodada do Catarinense, quando comparado ao volante França.
Naquele dia fazia sua estreia na temporada justamente porque pegou 10 jogos de gancho por uma briga generalizada no encontro anterior com o Figueirense, no Estadual de 2014.
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Serviu de lição, mas Marquinhos não deixou de ser Marquinhos. No confronto da última semana, foi flagrado por vídeos que viraram hit nas redes sociais dando uumajoelhada no volante Paulo Roberto. No fim da partida disse que era muito bom vencer o vice-campeão Catarinense, ignorando as disputas judiciais pela taça que por enquanto está nas mãos do JEC.
No passado, foi ainda mais ousado: protagonizou a “dança do créu” em 2008 e, mesmo fora do Leão, em 2012, alimentou a rivalidade ao simular o enterro do Figueirense em goleada pelo Grêmio. E muitas outras.
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Quanto à postura nos treinamentos, porém, ninguém pode criticar. Na terça-feira foi o último titular a deixar o campo do CFA para treinar bola parada e quem sabe repetir o golaço sobre o Santos no domingo. Enquanto continuar assumindo a responsabilidade nos jogos e liderando também fora dele, a torcida azurra quer mais é ver M10 provocando a ira do rival.

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