No dia 11 de janeiro, o atacante brasileiro Taison se tornou jogador do Shakhtar, o que serviu de ponto de partida para recordar os seus conterrâneos que defenderam as cores laranja-negro em outros anos.
Com a camisa do Shakhtar atuaram já 16 futebolistas brasileiros. Os compatriotas do rei do futebol, Pelé, se distribuíram pelas seguintes posições: 2 zagueiros, 12 meias e 2 atacantes. Mas disto falaremos mais tarde. No total, a legião de brasileiros em Donetsk jogou pelo Shakhtar 1790 partidas no total, tendo marcado 451 gols. Para ter uma ideia da importância deste valor, desde julho de 2002, quando se mudou para o Shakhtar o primeiro brasileiro futebolista Brandão, toda a equipe junta marcou 1005 gols. Não é difícil entender que quase metade deste valor foi conquistada pelos jogadores brasileiros.
Os três mais experientes são Fernandinho (273 jogos), Jadson (272) e Willian (221). Ficou faltando um jogo a Brandão para entrar neste trio (ele atuou em 220 jogos). No entanto, ele foi o principal goleador. Na sua conta estão 91 gols marcados pela nossa equipe. Atrás dele vem Luiz Adriano, que conseguiu estufar as redes adversárias 77 vezes. A terceira posição de ‘sniper’ vai para Jadson, com 64 bolas enfiadas no gol dos rivais do Shakhtar. Fernandinho, que já marcou 51 gols ao serviço do clube, poderá vir alterar este triunvirato.
Jadson escreveu o seu nome na história do futebol ao marcar o último gol na Taça UEFA e ao dar ao Shakhtar a conquista desse importante troféu. No geral, os nossos brasileiros foram já por várias vezes os autores dos gols decisivos que permitiram ao clube ganhar não apenas um jogo concreto, mas competições inteiras. E Brandão foi precisamente o autor de um dos dois pokers de futebolistas do Shakhtar em campeonatos ucranianos.
Fernandinho é o único jogador brasileiro que ficou no nosso clube sete anos e meio. Jadson ficou sete e Brandão, seis e meio.
E agora, um caso único: o jogador no campo que durante um jogo oficial foi substituir o goleiro. Foi em julho de 2004 que o meia Batista começou a jogar no Shakhtar. Foi no Dia do Mineiro que, no complexo esportivo Olimpiskiy, jogamos contra o Borisfen. No minuto 63, o novato do Shakhtar substitui Julius Aghahowa. E é então que no minuto 71, como resultado de uma falta sobre ele que Jan Lashtuvka tem que deixar o campo. No entanto, o limite de substituições já havia sido esgotado. Batista colocou então as luvas do goleiro, ocupou o lugar no gol e se manteve a “zero”.
Fonte: Shakhtar

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