Para treinador, volante é a melhor solução para completar o meio de campo do Bahia
O Bahia iniciou a semana com uma pendência. Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Diones era um desfalque certo para o jogo contra o Cruzeiro, neste domingo, em Minas Gerais. Fabinho, Kleberson e Victor Lemos eram as opções do técnico Jorginho para compor o meio de campo ao lado de Fahel e Hélder. Nesta sexta-feira, no único coletivo da semana, o primeiro foi confirmado como titular.
Para Jorginho, o fato de colocar um jogador com características destacadamente defensivas não fará do Bahia um time recuado. Na visão do treinador, é preciso analisar o a disposição dos atletas dentro de campo antes de se tirar uma conclusão.
- Nós achamos que Fabinho era a melhor opção. Acho que as pessoas têm que começar a compreender que, muitas vezes, jogar com três zagueiros, três volantes, não é para se defender. Não é quem entra, é a forma com que você joga, a disposição dos atletas e se o adversário lhe permite ser ofensivo. Acho que essa formação foi a mais equilibrada que nós achamos depois do jogo do Corinthians. E o Fabinho vem jogando maravilhosamente bem e merece essa oportunidade – opinou o técnico durante entrevista coletiva.
Jorginho ainda lamentou a ausência de Diones, que, na visão dele, tem sido importante peça de criação do Bahia. O treinador brincou com a suspensão pelo terceiro cartão amarelo do jogador e disse ter encontrado uma forma para equilibrar a equipe.
- Inclusive já falei que ele (Diones) está multado em 40% por ter tomado esse cartão (risos). Com Fabinho no time eu vou poder liberar mais o Hélder e aí vamos ter essa compensação. Tomara que possamos fazer um bom jogo – afirmou.
Para o treinador, o time que vai entrar em campo neste domingo é quase o completamente aquele considerado ideal por ele. Jorginho lamentou o fato de ter que fazer mudanças constantes, mas elogiou os jogadores utilizados no elenco.
- Contra a Portuguesa conseguimos colocar o time de melhor entrosamento. Foi o time que os atletas são mais entrosados e isso facilita. E psicologicamente também tem uma força muito grande. Acho que é a melhor formação que temos no momento por entrosamento. Mas temos fora bons jogadores que podem entrar e resolver para nós também – finalizou o treinador do Bahia.
Fonte: Globo Esporte

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