Campeão Mundial Sub-20 com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Colômbia, Alan Patrick retornou ao Shakhtar Donetsk após dez dias de descanso no Brasil. O meia curtiu as pequenas “férias” ao lado da família, concedidas pelo romeno Mircea Lucescu, treinador da equipe ucraniana.Alan, que disputou três amistosos de pré-temporada com o time de Donetsk, marcou um gol diante do Skenderbreu, da Albânia. Agora, na temporada regular, o brasileiro espera marcar seu nome na história do Shakhtar.
Confira, na íntegra, a entrevista de Alan Patrick ao site oficial do Shakhtar Donetsk:
Shakhtar: Alan, você jogou apenas metade de uma partida com a Seleção na Copa do Mundo. Foi uma boa experiência para você?
Alan: Sim, porque eu joguei pelo meu país! A Copa do Mundo foi uma grande experiência, com o Brasil ganhando o título. Agora, estou pronto para uma nova etapa na minha vida, eu vim para Donetsk para escrever meu nome na história do clube.
S: Você se comunicou com o treinador durante o torneio? Ele o incentivou de alguma forma?
A: Quando fui substituído no intervalo, ele me explicou que era uma alteração tática. Ganhamos a Copa do Mundo, e agora meu pensamento é no Shakhtar. Eu quero ser campeão com este clube.
S: O que você sabia sobre o Shakhtar antes de ser contratado? Alguém lhe passou informações sobre Donetsk?
A: Eu já tinha informações suficientes antes de assinar com o Shakhtar. Douglas Costa, Jadson e meus empresários, que também são agentes do Jadson, me deram muitas informações sobre o clube. Eu tinha uma imagem completa da infra-estrutura do Shakhtar, bem como da cidade de Donetsk. Estou muito feliz de ter assinado com o Shakhtar.
S: Qual foi sua primeira conversa com Lucescu?
A: Foi durante a pré-temporada na Áustria. O treinador falou sobre tática e outras questões.
S; No Brasil, há rumores de que Neymar, literalmente, forçou a diretoria do Santos a vendê-lo...
A: Em geral, a situação era um pouco complicada, mas meu empresário e meu pai trabalharam para resolver a questão da minha transferência para o Shakhtar juntamente com a diretoria do Santos, com um final feliz para todas as partes. Agora, meus pensamentos são apenas no Shakhtar.
S: Como sabe, há muitos jogadores brasileiros no Shakhtar. O quão positivo esse fator pode ser em relação a sua adaptação?
A: Adaptação é sempre um processo complicado. Portanto, a presença dos brasileiros no Shakhtar vai me ajudar bastante a entrosar mais rápido.
S: Qual papel dentro de campo você irá desempenhar, levando em conta que você é ambidestro?
A: Certamente, no meio campo. Ao mesmo tempo, posso jogar nos lados direito e esquerdo, pois chuto com as duas pernas.
S: Porque você escolheu a camisa 70?
A: Quando pediram para eu escolher o número da camisa, vi que a 70 estava vaga, então escolhi essa (risos)
S: Como você avalia sua condição física atual?
A: Eu acho que estou pronto para jogar, depois de descansar dez dias após a Copa do Mundo Sub-20. Por enquanto, pretendo me dedicar em um treino intensivo para poder jogar na minha melhor forma.
A matéria original está no site do Shakhtar (versões em inglês e ucraniano):
http://shakhtar.com/en/news/18502
http://shakhtar.com/ua/news/18502
Rafael Alvarez
Assessoria de Imprensa – Think Ball & Sports Consulting

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